Ele defendeu que estava 'estudando' uma mudança de regime no país, chamando que era um 'regime absolutamente falido, um Estado falido, que vai cair'.

Delegação de Cuba sai do plenário após Trump falar do regime. — Foto: Reprodução

A delegação cubana saiu do plenário da Assembleia Geral da ONU logo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citar Cuba e o regime.
Ele defendeu que estava 'estudando' uma mudança de regime no país, chamando que era um 'regime absolutamente falido, um Estado falido, que vai cair'.
'Marco Rubio está levando adiante as negociações, está profundamente envolvido com os comerciantes cubanos, nós vamos ver o que acontece, nós não vamos deixar que ali haja um porto seguro na nossa porta para o terror também'.
Trump declarou que Cuba 'passou décadas em coordenação com redes comunistas, aqui nos Estados Unidos, como o Departamento de Estado já detalhou, eles cultivaram ligações com organizações como o Partido Comunista dos Estados Unidos, com a Antifa, e os socialistas democráticos da América'.
'O comunismo jamais entrará nos Estados Unidos, mas a liberdade chegará a Cuba, assim como a segurança, e no México também, eu tenho muito orgulho de poder dizer que eu tenho uma ótima relação com o governo mexicano e nós estamos conseguindo vários avanços deles'.
Veja vídeo do momento:
Delegação de Cuba sai do plenário após Trump falar de mudança de regime do país
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante discurso na Assembleia Geral da ONU. — Foto: Reprodução
Donald Trump prometeu que vai pôr fim à guerra na Ucrânia, afirmando que Washington está 'trabalhando em estreita colaboração' com os líderes de ambos os lados.
Ele acrescenta que isso está sendo feito 'mais rapidamente do que as pessoas entendem', demonstrando urgência, já que '25.000 jovens... estão morrendo por mês'.
'Eu olho para aquelas fotos do campo de batalha e realmente não quero mais vê-las', diz Trump.
O presidente dos EUA viaja ao Irã, afirmando que Washington e Teerã 'definitivamente' chegarão a um acordo.
'Vai ser feito rapidamente; muita coisa aconteceu desde a última vez que nos reunimos aqui, há um ano'.
Na ONU, Trump afirma que 'promove a paz' com guerras e que tem decisão com Irã: 'devo levá-los para o inferno?'
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante discurso na Assembleia Geral da ONU. — Foto: Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou durante a Assembleia Geral da ONU novamente que o Irã 'não pode ter armas nucleares' e que deu 'diversas oportunidades' para fazerem o acordo.
Ele começou falando que os EUA estavam 'mais fortes do que nunca', em um discurso que costuma fazer para falar sobre o país.
'A América está em ascensão. Nossa nação está crescendo, nosso poder está se expandindo, nosso país está melhor do que nunca e nosso futuro é muito, muito promissor', declarou.
Trump afirma em seus argumentos sobre como está 'usando o poder americano para enfrentar desafios antigos e remodelar o mundo em benefício dos Estados Unidos'.
Trump declara à Assembleia Geral da ONU que 'não tem interesse em deixar os perigos crescerem por mais um dia' ou 'permitir que os problemas se agravem'.
'Enquanto outros falavam, eu agia. Enquanto outros falavam de paz, eu promovia a paz. Enquanto outros ignoravam as ameaças, eu as confrontava', disse o presidente dos EUA.
Ele continuou dizendo, de forma irônica, se questionando se 'levaria eles para o inferno'.
'Será que um acordo será feito com o Irã que faz com que eles consigam reconstruir um grande país, como já foi antes, talvez um dos grandes maiores países no Oriente Médio e até mesmo no mundo, ou será que eu tenho que aniquilar a República Islâmica e faça isso rapidamente para não dar uma no-. nova chance a eles de de matar e destruir países e pessoas de novo? Será que eu levo eles para o inferno, sem chance de sobrevivência?'
Em seguida, ele passa a relatar sua versão dos acontecimentos sobre a relação dos EUA com o 'regime fanático iraniano' desde que retornou ao cargo no ano passado.
Trump diz:
'Ao assumir o cargo no ano passado, iniciei imediatamente negociações com o Irã e ofereci-lhes plena cooperação econômica em troca do fim de seu programa nuclear e do apoio ao terrorismo. Mas eles recusaram, recusaram terminantemente. Isso foi um grande erro'.
'Então, na Operação Martelo da Meia-Noite, os militares dos EUA destruíram seu programa nuclear sob montanhas de escombros. E, novamente, eu insisti para que o Irã fizesse um acordo. E, novamente, eles recusaram'.
O Irã fabricou um míssil 'capaz de atingir a Europa', acrescenta Trump.
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