Estradas bloqueadas, principalmente a nacional número 2 que dá acesso à região sul do país, pneus incendiados e várias outras formas de protestos marcaram a abertura no último sábado da campanha para as eleições legislativas, autárquicas e regional do dia 27 de setembro.

Os manifestantes confirmaram que a causa do protesto tem a ver com a decisão do Tribunal Constitucional de excluir a coligação MCI-PS-PUN de concorrer às eleições legislativas em 4 distritos na ilha de São Tomé e na diáspora.

«Essa é a vontade da população devido ao facto de o Tribunal Constitucional ter invocado que o MCI está proibido de participar nas eleições legislativas em vários distritos», afirmou um dos manifestantes que participou no bloqueio da estrada nacional número 2. Os manifestantes prometeram que o protesto vai continuar durante os 15 dias de campanha eleitoral.

A polícia militar do exército juntou-se às forças de ordem pública para desmantelar a barricada na estrada nacional número 2. Informações postas a circular pela comunicação social indicam que pelo menos 25 pessoas foram detidas na tarde do último sábado.

Abel Veiga

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